Quem nunca participou do trio de melhores amigas da época de escola? Um tempo bom e leve que não volta, cheio de intensidades, de tudo que ainda não era a vida adulta. Mas o tempo passa, as vidas saem do mesmo laço e desconhecemos pessoas que antes eram tão próximas.
Isso aconteceu comigo, mas recentemente retomei o contato com elas pelo WhatsApp e resolvemos nos encontrar pessoalmente para colocarmos em dia todas as novidades da nossa vida. Decidimos mudar o tradicional barzinho para um piquenique no parque.
Eu levo um bolo de chocolate, a Duda leva pão de queijo e a Sara leva umas frutas da época, montamos tudo bonitinho em uma toalha na grama e começamos a conversar. Descobrimos que estávamos atuando em áreas totalmente opostas e continuávamos com a personalidades diferentes, assim como quando éramos mais novas e isso que torna o nosso trio algo único.
Dentre diversas atualizações, uma em comum: todas estão solteiras ou em relações que permitiam ficar com outras pessoas. Antigamente eu e a Duda achávamos que éramos heterossexuais, mas com o tempo nos descobrimos sáficas, como boa parte das garotas da nossa geração que demoraram para se permitirem e se entenderem como tais.
Sem nenhuma gota de álcool para usar de desculpa para fluir nossos desejos, percebo algo surgir entre nós, em algum momento começo a fazer massagem na Duda e sinto a pele dela arrepiar. A pele dela é tão macia, cheirosa, dava vontade de me aproximar cada vez mais, acabo a massagem e ela vira com o rosto bem próximo de mim para agradecer, dá um beijo demorado na minha bochecha, e por mais que eu tentasse negar, senti minha buceta piscar na hora, vontade de dar um beijo.
- Ai que massagem gostosa... Não vou ganhar, não? – diz a Sara.
Dessa vez a Duda que faz massagem nela, enquanto isso ela joga o assunto de amigas se pegarem e todas têm opinião neutra e parecida.
- Ah mulheres bonitas merecem aproveitar, né? O mundo tá acabando, quem somos nós para deixarmos as boas oportunidades passarem? Nada que uma boa comunicação não esclareça tudo e não deixe abalar a amizade e sim, fortalecer – digo.
- De fato, com esses braços fortes, fortaleceria demais a nossa amizade – diz a Sara se virando para a Duda.
Elas se encaram por um instante e se beijam, mãos no rosto, comportadas, mas dava pra sentir o tesão que estavam guardando. Aprecio o beijo descaradamente, imagino por um instante elas nuas, na minha cama... Elas terminam o beijo e se olham, um pouco tímidas.
- Ah, mas a Ju vai ficar de fora? – diz a Sara.
- Vocês são deliciosas, quero demais participar disso, mas bora pra casa? O que acham? – falo antes que o clima esquente mais.
- Uuii ela quer comer a gente, safada – diz a Duda.
- Nada a ver tá... Quero a gente à vontade sem nenhum cara estranho observando nem nada. – digo.
Enfim, chegamos no meu apartamento e sem cerimônia nos aproximamos, trocamos olhares entre nós três, começo a sentir o calor do corpo delas ao meu redor. Passo a mão devagar no ombro da Duda e nas costas da Sara. Nossos rostos se aproximam também, beijo a Duda, enquanto a Sara beija nossos pescoços, cheirando e lambendo, com tesão transbordando.
Continuamos neste ritmo alternando as posições de quem beija, até o toque ficar cada vez mais quente e ousado, deixamos aos poucos que nossas mãos se dissolvam nas pernas uma da outra, aos poucos o toque se torna mais natural e desejado.
Decidimos ir pra cama, a Sara pega o vibrador bullet dela e começa a passar na própria pele, seios, desce pela barriga até chegar na vulva. Eu não resisto a ela toda entregue, curtindo o próprio corpo e se exibindo, vou em cima dela e começo a beijar todo o corpo, chupo os seios, barriga, até chegar na buceta, onde aos poucos vou descobrindo o jeito que ela gosta.
O oral fica cada vez mais gostoso e ela se contorcendo de tesão, ali me delicio, quando vejo, a Duda vem por trás de mim, apertando e mordendo a minha bunda. Aproveita para arranhar as minhas costas e tocar cada parte do corpo que conseguisse alcançar, até enfim enfiar dois dedos na minha buceta, solto um gemido de tesão, volto a chupar a Sara e empino ainda mais pra ela.
Continuamos nessas posições, o ritmo entre nós acelera, soltamos gemidos e suspiros mais altos, até que eu e a Sara gozamos, uma seguida da outra, que delícia. Sentamos na cama para respirar e a Duda nos beija, ainda sem gozar e sedenta. Ela volta a beijar a Sara como no parque, só que agora estão nuas, eu fico no canto da cama observando, elas pareciam duas deusas em ebulição.
Elas entrelaçam as pernas, uma em cima da outra, esfregando a buceta uma na coxa de outra, cada vez mais próximas, os seios se esfregam, elas se olham cheias de tesão. Sou obrigada a tocar meu clítoris enquanto assisto a cena, que tesão, eu já estava molhada mesmo, elas não estão com pressa, mas não demora para chegarem ao orgasmo juntas e eu gozo enquanto assisto, uma sinfonia de gemidos agudos e sinceros de puro prazer.









