Numa sociedade em que as mulheres estão retomando o poder e o direito ao próprio prazer, cada ato sexual consentido, seguro e cheio de desejo é revolucionário. Se tem algo que posso fazer, com certeza é participar dessa revolução...

Em um dia qualquer, eu e minha namorada conhecemos pessoalmente uma mulher que também se interessava por nós, sem pressão, nem roteiro, apenas uma oportunidade de fluir o que transbordasse...

Eu e a Pri estávamos em casa, ansiosas sobre como seria a noite, até que toca a campainha. Ela abre a porta e a Tati entra, uma mulher de estatura média, de jeans e body decotado, cabelo com mechas coloridas, sorriso leve e perfume doce.

Difícil negar o ciúme de qualquer envolvimento positivo que ela poderia ter com a Pri, mais difícil ainda negar que ela era uma mulher encantadora, o que de fato, tem tudo a ver com a gente.

Começamos a conversar sobre a vida de cada uma, até que chega no assunto de música, cada uma coloca a sua preferida e na segunda rodada nos sentimos à vontade para dançar, sim, ali na sala mesmo. O que antes eram movimentos contidos se tornou um balançar quase sincronizado entre nós.

A Pri se aproxima de mim, coloca uma mão na minha cintura e outra segurando meu cabelo, ela passa a língua devagar nos meus lábios, me encarando, como quem atenta para saber o tamanho da minha sede. Retribuo a beijando, segurando-a nos quadris para que ficasse ainda mais perto, ela parece me devorar, com aquele beijo que só acontecia quando estávamos a sós, o que me faz lembrar que a Tati estava ao nosso lado, fico tímida e tento reduzir o ritmo, até que paramos e sorrimos, sem graça.

A Tati tinha ficado sentada, a Pri que já tinha ficado com ela antes senta ao lado dela e sussurra algo no ouvido dela, sobe no colo dela e a beija. Era estranho vê-la beijando outra pessoa, mas ao mesmo tempo deu muito tesão e curiosidade de beijá-la também...

Decidimos ir pro quarto, ficamos só de lingerie, a Tati apenas com o body, que era de renda e fio dental, e quase se perdia no meio daquela bunda grande. Ela se senta na poltrona no canto do quarto, nos assistindo. A Pri fala pra ela:

- Assiste que logo chega a sua vez...

Depois ela deita na cama, não resisto e subo em cima dela, com as pernas entrelaçadas e começamos a nos beijar tocando cada parte possível do corpo uma da outra, minha mão segura o pescoço dela, depois desce, aperta os seios e chega perto da buceta...

- Tira essa calcinha e vem se esfregar em mim, vem...

Tiramos as calcinhas, subo por cima dela encaixando a buceta na dela, começo a rebolar e já sinto o quanto ela também está molhada. De novo lembro que estávamos sendo assistidas e dá uma vergonha... Até que a Pri diz:

- Mostra como você acaba comigo, amor...

Me arrepio de tesão e volto ao foco, lançando alguns olhares de vez em quando para a Tati, e o que era timidez vira cada vez mais excitação... Aperto um dos seios da Pri enquanto rebolo nela, cada vez mais rápido, já não conseguia controlar a vontade de gozar...

- Vai gostosa, me deixa mais molhadinha – Ela fala batendo na minha bunda.

- Que tesão, desse jeito eu vou... – Gozo antes que pudesse terminar a frase...

A Pri chama a Tati:

- Vem sentir como ela está molhadinha, você vai pirar...

A Tati vem na minha direção, um pouco tímida, eu respiro, me recomponho e levanto, me aproximo dela, nos olhamos e deixamos nossos lábios se tocarem... Ela já tinha tirado o body, nossos seios se esfregam durante o beijo e eu tateio a pele dela, um novo aroma, sabor, toque, não era o meu preferido, mas era uma delícia.

Aos poucos ela se solta e deixa que as mãos tateiem o meu corpo também, segura a minha bunda, fazendo com que eu encaixasse a buceta na coxa dela, encaixo a dela também e ficamos ali, nos beijando e esfregando, sentindo o calor subir... Pego a mão dela e coloco próximo da minha buceta:

- Pode sentir...

Ela enfia os dois dedos, vê como está molhada e massageia.

- Se continuar assim eu gozo de novo, é o que você quer? – Ela consente, e eu não resisto, me esfrego nos dedos dela, a ajudando a encontrar o ponto certo.

Olho pra trás e a Pri estava usando um vibrador assistindo a cena, com cara de quem estava gostando muito do que via.

- Olha como eu gosto da sua amiguinha, amor. – Eu falo e a Tati acelera mais, nos beijamos, eu sinto o orgasmo vir e gozo de novo... Dessa vez nos dedos dela, ela olha admirando o que vê. Ouço a Pri gemer, ela gozou enquanto me assistia...

- Gostosa, vem, vou te ensinar como pegar ela do jeitinho que ela merece – sussurro no ouvido da Tati.

A Pri estava deitada, eu vou pra cama de um lado dela e a Tati do outro, olho pra Tati e beijo a Pri, passando a mão pelo corpo dela, até chegar no seio, apertar e depois começar a mamar. A Tati repete o que faço, a beija e começa a mamar o outro seio dela... Eu desço a minha mão até a buceta dela e começo a meter, a Tati aproxima a mão da minha e eu digo:

- Deixa comigo... Mas pode pegar o vibro dela.

Ficamos ali, endeusando a minha namorada, uma chupando cada seio, eu metendo e a Tati segurando o vibrador, a Pri suspira fundo e solta:

- Vocês são impossíveis, não estou aguentando... – Eu meto ainda mais forte e sinto a perna dela estremecer... Ela goza, se contorcendo, gemendo alto e arranhando as nossas costas.

Deitamos juntas e paramos um pouco, até que a Pri fala:

- Agora é a sua vez...

Elas se beijam, a Tati fica de quatro em cima dela e eu começo a meter na buceta dela, enquanto bato na bunda dela, aumentando a intensidade conforme ela pede mais.

- Isso... Me arrebenta, vai – Na mesma hora a Pri dá um tapa na cara dela e ela geme instantaneamente...

Meto com mais força, enquanto dou alguns tapas e ela beija a Pri, ela rebola e eu fico cada vez com mais tesão de meter nela vendo a minha namorada beijá-la. Ela goza, gemendo alto, o prazer que antes era só nosso, se multiplicou entre mais uma pessoa.