Sei que é lindo aproveitar os encontros quando eles acontecem de forma orgânica por aí, como se eu estivesse nos filmes e alguém simplesmente esbarrasse em mim no supermercado e felizes para sempre, mas minha vida estava bem longe disso.
Senti que estava aberto a conhecer um cara especial, seja uma boa companhia para date ou o amor da minha vida (nem estou pedindo muito, vai?) e precisava de um empurrãozinho. Numa noite qualquer após o trabalho decidi baixar um aplicativo de relacionamento.
Realmente é pior do que pensei, difícil achar um cara que faça o meu estilo, diversos perfis passaram por mim até que de repente: o Flávio do trabalho! Gelei na hora, ele é um crush meu, mas que achei que nunca ia dar certo, nem sei se ele é assumido, se de fato ficaria comigo, dar um like seria expor demais as minhas vontades... Mas não consegui perder a chance, e o match veio de imediato!
É isso, me conectei com o Flávio do trabalho e nem sei se isso pode ser problemático. Mas quer saber? Só se vive uma vez. Ele me chamou e começamos a trocar provocações e flertes bem mais do que fazíamos às vezes no trabalho... O tempo passou e quando vi estávamos com um date marcado pro dia seguinte. Realmente eu não esperava por isso, mas estava com tesão só de imaginar em comer aquele gostoso.
Nos encontramos em um shopping perto de casa. Quando ele chegou demorei a me dar conta que aquilo realmente estava acontecendo, algo que nunca imaginei que fosse se concretizar estava bem ali na minha frente. De blusa de moletom, cabelos lavados e um perfume aquático delicioso estava ele perto de mim. Conversamos sobre as nossas vidas, para além do trabalho, e agora sim parecia que o conhecia um pouco mais.
Decidimos ir pra minha casa pra ficar mais à vontade... Quando ele entrou eu não aguentei, fechei a porta o encostei na parede e o encarei, ele riu:
- Que cara de quem vai me devorar...
- É o que você quer?
Ele assentiu com a cabeça e eu o beijei de imediato, com o corpo colado, uma mão nas costas e outra no pescoço, que homem gostoso... Ele tirou a blusa e eu tirei a minha, o calor nos incendiava. Eu o virei de costas, pegando na cintura dele, o abracei por trás, deixei minhas mãos passearem pelo corpo dele. Beijei o pescoço e a orelha dele, até que digo:
- Era isso aqui que você queria quando ficava me provocando? – digo esfregando a pélvis na bunda dele, dava pra sentir que meu pau já estava duro.
- Isso mesmo... me fode.
Arrumei um safado do jeito que eu gosto, fomos pro sofá, ele apoiou as mãos e empinou pra mim, eu coloquei o preservativo, lubrificante e comecei a meter devagarinho. Aos poucos acelerei o ritmo e ele rebolava aos poucos, perdendo ainda mais a timidez, com uma mão peguei o pau dele e comecei a estimular ao mesmo tempo.
O escutei tentar conter os gemidos:
- Não precisa ter vergonha, geme pra mim mesmo.
Ele rebolou e começou a gemer mais, eu não resisti, aumento o ritmo e bati na bunda dele, lembrei de cada momento que desejei ele no trabalho e não podíamos nos encostar, agora era o momento que tanto esperávamos. Senti o orgasmo chegar aos poucos, não consegui segurar, continuei metendo e batendo uma pra ele, até que ele gozou e eu gozei em seguida.
Depois ficamos sentados no sofá nos perguntando por que demoramos tanto para nos encontrar.






