Quando se é solteira, bissexual e gosta de viver diferentes experiências sexuais, as portas se abrem para muitas possibilidades... Uma amiga minha também estava na mesma vibe que eu e topou uma loucura que, no fim das contas, rendeu muito prazer e história pra contar.

Não rolava nenhum romance entre mim e a Mari, mas a gente já tinha se pegado algumas vezes e falávamos abertamente sobre o assunto. Até porque não dá pra se negar ao prazer em pleno século 21. Sendo assim, um dia ela estava em casa e começamos a falar sobre um gostoso que apareceu no último rolê que fizemos com amigos.

Acabamos stalkeando o cara, e quando notamos, já estávamos fantasiando fazer um ménage com o querido... Ele era moreno, alto, tatuado, com sorriso no rosto e barba feita, aquela carinha de quem, no fundo, não presta e que talvez até daria o cuzinho pra nós. Com uma dose extrema de coragem o adicionei e mandei mensagem pra ele.

Ele respondeu rápido, lembrou de mim e da Mari também e aceitou o convite para nos encontrarmos na casa dela. Bobo que ele não era... Já o conhecíamos e nos sentíamos seguras o suficiente para encontrá-lo na casa dela. Ainda assim, deixamos tudo combinado entre nós antes e partimos para a aventura.

Marcamos de ele chegar lá no meio da tarde e deixamos tudo em ordem enquanto isso. Quando ele chega dá um frio na barriga, será que estávamos indo longe demais nas safadezas? Ele entra e rimos de nervoso, todo arrumado, perfumado e tinha trazido até uma sobremesa. 

Logo servimos um pouco de vinho, só o suficiente para acompanhar a conversa, sem ninguém exagerar. Com o passar da conversa deixamos claro que somos apenas amigas e estamos abertas a viver um momento a três com alguém, ele deixa claro que quer. Senta-se entre nós duas, sorri para a Mari, olha a perna dela e na hora ela entende que ele quer se aproximar, pega a mão dele e coloca sobre a perna dela.

Eles sorriem, deixam os rostos se aproximarem e se beijam, ela coloca uma perna em cima da dele para se aproximar, o cabelo longo dela cobre o rosto de ambos, mas dá pra ver o suficiente o quanto aquele beijo parece gostoso, ele segura a nuca e a cintura dela. Ela parece estar gostando, mas para, se levanta e deixa que eu me aproxime dele, fico tímida, mas me levanto e ele faz o mesmo.

Ficamos cara a cara, sentindo a respiração um do outro até que eu sorrio, mordendo os lábios, enrosco os braços nos ombros dele e nos beijamos... O perfume dele se mistura com o meu, lábios macios e sede de quem poderia me engolir, vejo a Mari observando e tudo isso aumenta ainda mais o meu tesão. Eu arranho as costas dele e ele geme, excitado, até que a Mari chega por trás dele e sussurra:

- Vamos pro quarto?

Ele consente, empinando a bunda pra ela, sutilmente, mas o suficiente pra ela perceber, segurar a cintura dele e dizer:

- Quer dar esse cuzinho, é? Que safado, cuidado que somos gulosas, ein? – Ele sorri tímido e afirma que topa a ideia.

Cada um de nós vai ao banheiro e se prepara. Enquanto isso, continuamos conversando, quebrando a timidez e deixando a safadeza daquele momento cada vez mais à vontade. Chegamos no quarto, ele me puxa e volta a me beijar, até que sinto a Mari atrás de mim, passando a mão pelo meu corpo, sinto os seios dela e os quadris esfregando na minha bunda...

- Deixa eu fazê-la gozar uma vezinha antes? Faz tempo que não acontece isso...

Me arrepio de tesão, como é possível ser tão amiga dela e desejá-la tanto quando rola algo assim. Ele se afasta de mim e se senta numa cadeira no canto do quarto, eu vou na cama por cima dela, nos beijamos, nuas, sentindo nossos corpos se encostarem, até que nos encaixamos e as bucetas se encostam... Nos esfregamos e ficamos cada vez mais molhadas.

- Como você aguenta ficar tanto tempo sem isso, ein?

- É só pra quando você precisar...

Olho pro lado e vejo o nosso convidado batendo uma enquanto nos observa, safado, fico ainda mais excitada, aumentamos o ritmo. Que delícia ver a minha amiga nua, entrelaçada em mim, com movimentos cada vez mais rápidos, enfim, gozamos... Gostosa demais, quase esqueci que ainda tinha um homem na equação.

- Quer sentir o sabor? – Pergunto pra ele, enquanto estou com as pernas abertas, sentada na cama.

Ele vem na minha direção e lambe devagar... Estava sensível ainda, mas não demora muito pra querer que ele não saísse mais de lá. A Mari vem por trás dele e pergunta:

- Posso? – Enquanto passa a mão na bunda dele.

Ela passa lubrificante nos dedos e começa a meter um no cuzinho dele, enquanto bate uma ao mesmo tempo, com isso ele empina cada vez mais, safado. Logo ela veste um strap, coloca camisinha e passa lubrificante, começa a meter nele devagar. Bem na hora que começa ele para de me chupar e revira os olhos, o gostoso está na nossa mão... Ele volta a me chupar enquanto rebola pra ela, que delícia assistir a essa cena, eu começo a gemer, não consigo segurar mais, até que gozo e ele goza em seguida...

Deitamos na cama por um instante, olho pra minha amiga e digo:

- Amigas para todas as horas.