São tantas ISTs (Infecções Sexualmente Transmissíveis) e outras doenças que podem se manifestar na região íntima que podem tornar confusa a distinção dos principais sintomas de cada uma, por isso, neste texto vamos falar sobre uma das mais comuns, a herpes genital.

Continue a ler este texto do blog da Exclusiva para saber tudo sobre ela, o que é, principais sintomas, formas de prevenção e tratamento.


O que é herpes genital?

A herpes genital é uma IST causada por um vírus (herpes simples tipo 1 ou tipo 2) e pode se manifestar como infecção primária e recorrente. Depois que a pessoa é infectada, o vírus permanece para sempre no organismo e pode reativar-se periodicamente.


Principais sintomas

Apesar de existirem casos de pessoas assintomáticas, existem sintomas característicos desta infecção, confira os mais comuns:

- Feridas ou úlceras: elas podem surgir na região genital, geralmente são dolorosas, podem se romper e quando se cicatrizam formam crostas.

- Dor ao urinar: caso as feridas entrem em contato com a urina, pode haver desconforto como coceira, ardor e até mesmo queimação durante a micção.

- Coceira e ardor: é comum que antes das feridas aparecerem, a pessoa sinta ardor ou formigamento na região genital.

- Febre e mal-estar: além de todos os incômodos com a coceira, a pessoa também pode apresentar febre, dor no corpo e mal-estar em alguns momentos.

- Inchaço e sensibilidade: a região genital pode ficar bem inchada e sensível.


Como ocorre a transmissão?

Ok, é óbvio que a transmissão de IST ocorre nas relações sexuais, mas há alguns detalhes sobre a transmissão de herpes que você precisa saber:

- Pode ser transmitida por qualquer contato sexual: vaginal, anal ou oral.

- O vírus é mais contagioso em lesões ativas: ou seja, quando há contato direto com as lesões há mais risco de transmissão.

- Contato com as mucosas: o vírus pode infectar as regiões úmidas do corpo, como os órgãos genitais e boca, por isso o contato com essas áreas pode levar a transmissão.


Camisinha: o melhor método de prevenção


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Assim como para evitar outras ISTs, a camisinha é um item indispensável e mais eficaz para proteger contra a herpes genital. Vale lembrar que a transmissão não ocorre apenas na ejaculação, ela também pode acontecer no contato em áreas não cobertas pelo preservativo e com outras secreções.

Por isso é importante também usar outros métodos de barreira como o dental dam no sexo entre mulheres e oral, assim como o diálogo com a parceria. Ao conversar com a outra pessoa sobre o histórico sexual, se possuem exames recentes de IST também é uma forma de se proteger.


Como é feito o diagnóstico

Apenas um profissional da saúde pode realizar o diagnóstico, que geralmente é composto pelas seguintes etapas:

- Histórico médico: a primeira coisa que o médico faz é perguntar sobre os sintomas e se a pessoa já apresentou episódios parecidos anteriormente.

- Exame físico: o profissional realiza exame físico em busca de lesões ou feridas típicas da doença.

- Exames de laboratório: 1. Cultura viral: é coletada uma amostra de secreção ou de tecido da região genital e enviada a um laboratório, assim realizarão análise e possível identificação do vírus.

2. Exame de sangue: a partir da coleta de sangue é possível identificar a presença de anticorpos contra o vírus da herpes, mas não determina se a infecção é genital ou oral, nem se é recente ou antiga.

3. Teste de PCR: ele é capaz de detectar a presença do DNA do vírus da herpes nas lesões ou fluido da bolha genital.


Como ser saudável depois da herpes genital?

Como dito anteriormente, infelizmente não há cura para este tipo de infecção, mas há tratamentos possíveis para reduzir as crises, assim como redução do risco de transmissão e proporcionar o máximo de qualidade de vida possível a pessoa infectada.

1. Antivirais

Apenas o profissional da saúde poderá indicar o melhor tratamento, geralmente ele inclui os antivirais, sejam eles orais ou tópicos (geralmente para aliviar os sintomas, como pomadas).


2. Terapia Supressiva

Também com uso de antivirais, ela tem objetivo de amenizar a gravidade das lesões com doses diárias de medicamento e pode ajudar a reduzir também a frequência.


3. Autocuidado

Somado ao tratamento antiviral, é essencial cuidar da região afetada, sempre limpa e seca, usar analgésicos para evitar dores e desconfortos, assim como evitar roupas íntimas desconfortáveis. Fortalecer o sistema imunológico também é importante para combater e depois evitar que as crises retornem.


4. Evitar relações durante as crises

Por mais que seja óbvio, é importante frisar que é preciso evitar relações quando há bolhas e feridas visível, já que há maior risco de passar para a outra pessoa. O ideal é aguardar que elas cicatrizem.


5. Atenção aos sinais de alerta

O risco de transmissão é menor quando não há feridas aparentes, mesmo assim ainda existe. Sempre tenha atenção caso sinta sinais que o vírus está ativo novamente como coceira, dor ou formigamento na região.


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